Ninguém é completamente feliz vivendo com dor.
O dito popular torna-se ainda mais evidente quando o incômodo é permanente e interfere na realização de atividades cotidianas ou prazerosas, como caminhar, levantar-se, praticar esportes e, até, dormir.
Muitas vezes, estas limitações se tornam realidade para quem sofre com dores nas costas.
Geralmente negligenciado, se não for tratado precocemente e da maneira correta, o problema pode “mascarar” patologias mais sérias, como câncer, tornar-se um desconforto crônico e, até, afetar outras partes do corpo, como braços, pernas e órgãos internos.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% das pessoas de todo o Planeta são ou serão acometidas por este tipo de desconforto.
No Brasil, a realidade não é diferente.
O Ministério da Previdência Social considera a dor lombar uma das enfermidades que mais causam licenças trabalhistas com duração superior a 15 dias.
Estima-se que, por ano, ocorram 160 mil.
Por isso, é fundamental não se automedicar nem buscar receitas milagrosas com familiares e amigos.
O procedimento mais indicado é procurar ajuda médica.
O especialista realizará a anamnese, solicitará exames diagnósticos e envolverá outras especialidades, caso seja necessário, em busca da cura e da melhora na qualidade de vida.
O fundamental é saber que não é necessário conviver com a dor.
Ela pode ser aliviada – e, muitas vezes, combatida – com exercícios de prevenção ou tratamentos cada vez menos invasivos.
Nas próximas páginas, você conhece quais são os principais caminhos nesta trajetória.